Consultoria da BizStart

Quando me formei em Tecnólogo pelo IFPI em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, sempre imaginei ser possível aplicar as metodologias ágeis (Kanban, SCRUM) em diversas áreas do negócio , não somente no setor de desenvolvimento, mas também em outros ramos do mercado.

Após saída do Instituto iniciei meu trabalho na publicidade, onde por coincidência encontro um artigo (link1 e link2) afirmando como podemos implantar metodologia ágil nos processos de criação da agência.

Li o artigo e escolhi usar o Kanban no local onde trabalho, pois já o conhecia por meio das aulas que tive promovidas pelo Prof. Adalton Sena, e eu percebia nesta metodologia como era simples e flexível de ser aplicada podendo facilmente adaptar para minha realidade.

Deu certo a implantação, todos os colaboradores do setor de criação gostaram muito daquela possibilidade de enxergar todo o processo, de forma simples e objetiva, como se fosse um fluxo de tarefas, onde cada cor de post-it representava uma pessoa, em cada post-it havia o prazo de conclusão, a prioridade e o que devia ser feito. Não tivemos dificuldade de estabelecer este novo método, pois não precisamos de um treinamento longo e dispendioso para compreendermos como funciona.

Em seguida, percebi que necessitava de uma ferramenta tão fácil e intuitiva como as metodologias ágeis que deviam ser aplicadas a modelo de negócio, pois precisava ter a simplicidade em entender o negócio em que trabalho da mesma forma quando olhava o quadro kanban, onde podia responder algumas perguntas: como o negócio estava evoluindo? Se estavamos realmente alinhados com nossos objetivos? Se não estavamos perdendo tempo em outras atividades? Em que partes do processo estavamos repetindo ou eram desnecessárias? Como podiamos otimizar o relacionamento com o cliente? Onde deviamos melhor investir? Entre várias outras perguntas, que necessitava de respostas, mas eu não sabia como organizá-las para torná-las claras para toda a empresa.

Com o tempo conheci o livro Design Thinking , onde o mesmo afirma: “Inovar é uma tarefa árdua e muitas vezes frustrante, mas essencial para obter diferenciação no mercado. O Design Thinking aborda problemas tradicionais de negócio sob multiplas perspectivas, ajudando a solucioná-los de maneira mais efetiva, que conduz a novos caminhos. “ e na sua introdução: “O designer enxerga como um problema tudo aquilo que prejudica ou impede a experiência (emocional, cognitiva, estética) e o bem-estar na vida das pessoas (considerando todos os aspectos da vida, como trabalho, lazer, relacionamentos, cultura etc.). isso faz com que sua principal tarefa seja identificar problemas e gerar soluções.”.

Finalizado a leitura do livro, percebi que tinha uma grande ferramenta nas mãos (e ainda consegui gratuitamente), mas havia um problema, apesar do site do livro demonstrar como usar as metodologias que ensina eu não tinha uma experiência prática, não sabia aplicar em qual ordem de necessidade e nem se eu estava a executando corretamente.

Por coincidência, após 1 anos e 3 meses que li o artigo que citei no início deste post, o Higo Matos (@higomatos) me convida para participar da Consultoria da BizStart promovida pelo SEBRAE de Teresina. Fiquei muito contente pela oportunidade e fui participar.

No dia 24.10.2012, participei da consultoria e por outra coincidência o consultor era o Rafael Carvalho (@carvalho_rafael), uma pessoa que há tempos o seguia no twitter pois admirava bastante o seu trabalho em orientar e desenvolver StartUps no Brasil. Disto, fiquei mais contente ainda.

Na Consultoria ele nos apresentou 4 ferramentas, que se resumem em Bussiness Model Generation e Lean Canvas, as outras duas: Strategy & Risks Board e Validated Learning Board, são complementos tanto do Lean Canvas como do BMG. Por coincidência, havia visto sobre o BMG na StartUpDev , onde um dos fundadores é outro cara que sigo no twitter o Rafael Lima (@rafaelp).

As ferramentas precisam ser conhecidas e são muito interessantes, pois elas apresentam todo o modelo de negócio de forma muito clara e intuitiva, como um fluxo de dependências e atividades que precisam ser realizadas para chegarmos a mitigar todos, ou maior parte, dos riscos de um negócio ou de uma nova ideia.

A maneira didática adquirida com sua experiência, o @carvalho_rafael nos ensinava e entediamos como se desenvolviam todas as partes da metodologia, desde do relacionamento do cliente até as vantagens competitivas do seu produto, e por outra coincidência, todo o processo utilizava de design thinking.

Foi um dia bastante produtivo, sou bastante grato ao @higo_matos pela oportunidade e ao @sebraepi por oferece uma consultoria de grande utilidade e qualidade para o setor de TI. Sugiro que não somente empresas de TI tenham uma consultoria deste nível, creio que qualquer setor que deseja inovar seu serviço

e não sabe como organizá-la deve fazer esta consultoria procurando o @sebraepi ou procurando diretamente a @BizstartBR, onde o @carvalho_rafael trabalha.

OBS: Desculpa pelos erros de concordância ou ortografia, ainda não revisei o texto e tive logo que escrevê-lo senão esqueceria xD…

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